sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Mensaje del equipo de GAPA-Ba

Cortar el tiempo

Quien tuvo la idea de cortar el tiempo en lonjas,
a que se dio el nombre de año,
fue un individuo genial.

Industrializó la esperanza, haciéndola funcionar en el límite de la exaustão.

Doce meses dan para cualquier ser humano si cansa y entregar los puntos.
Ahí entra el milagro de la renovación y todo comienza otra vez, con otro número y otra voluntad de creer que de aquí pa' delante va a ser diferente

Cortar o tempo
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente
Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

FLD: Compromisso com a Vida


Considerando os desafios do contexto atual, a Fundação Luterana de Diaconia (FLD) entende que o 1º. de Dezembro – Dia Mundial de Luta Contra HIV/aids – é um importante dia de reflexão, tanto do ponto de vista institucional, como do ponto de vista social, sobretudo na perspectiva das pessoas que convivem com HIV/AIDS como em termos de políticas públicas. Mas este não é somente um dia de reflexão, mas também de ação. Institucionalmente, a prevenção e a luta contra HIV/AIDS é uma das temáticas prioritárias de apoio a projetos na área de saúde, uma das quatro áreas temáticas apoiadas pela FLD. Desta forma, a FLD, em seus nove anos de existência apoiou diversas organizações da sociedade civil envolvidas com esta temática.

Ao lembrar o 1º. de Dezembro, se busca valorizar a caminhada de diversas pessoas e organizações e suas conquistas por direitos, e se fortalece a sua causa. A FLD fez questão de dar destaque a esta data em seu site (www.fld.com.br) e, em breve, disponibilizará no mesmo, materiais diversos (textos, publicações, vídeos...), para subsidiar discussões, tanto no âmbito luterano e ecumênico, como na sociedade em geral.



FLD: Compromisso com a Vida

A maneira como as igrejas luteranas se autodefinem está em constante revisão, a partir da sua base de fé e da sua tradição confessional, em diálogo com os contextos nos quais as mesmas estão inseridas, seja no âmbito local ou no âmbito global. De modo geral, as igrejas luteranas atestam claramente a convicção de que todos os seres humanos são criados à imagem de Deus e devem ser respeitados e ter seus direitos humanos assegurados, independente de diferenças de classe, idade, gênero, raça e orientação sexual.

Desta forma, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), desde há algum tempo, aborda a questão HIV/aids no contexto amplo do relacionamento humano, buscando sensibilizar as comunidades, obreiros e obreiras e lideranças para o tema. Sua atuação tem fundamentação bíblico-teológica, a partir do duplo mandamento do amor (amarás o Senhor teu Deus e a teu próximo como a ti mesmo, cf. Lucas 10.27). Da mesma forma, a IECLB toma em conta e divulga os documentos da Federação Luterana Mundial (FLM) sobre esta temática.

Assume-se, desta forma, o compromisso de ser Igreja que serve, acolhe, ampara, consola, orienta, profetiza (Lucas 4.18-21). Isso implica no resgate de valores éticos cristãos como a fidelidade, a solidariedade, a esperança e o amor nos relacionamentos humanos, tão necessários para criar, restaurar e fortalecer redes de solidariedade.

A Fundação Luterana de Diaconia (FLD), por sua vez, também parte destes princípios, para fazer a relação com toda a sociedade, independente de credo, etnia, gênero, classe ou orientação sexual. Institucionalmente, a prevenção e a luta contra HIV/AIDS é uma das temáticas prioritárias de apoio a projetos na área de saúde, uma das quatro áreas temáticas apoiadas pela FLD. Desta forma, a FLD, em seus nove anos de existência apoiou diversas organizações da sociedade civil envolvidas com esta temática.

Desde 2000, o `Fundo de Apoio a Projetos´ da FLD, vem apoiando financeiramente e metodologicamente, grupos de todas as regiões do país, na execução de ações de prevenção ao HIV/AIDS e na garantia de cidadania e direitos às pessoas que vivem com HIV ou AIDS. Neste período foram destinados cerca de R$ 300.000,00 ao apoio de projetos nesta temática, além de se estabelecerem parcerias com diversos grupos e organizações. Entre os grupos apoiados, a título de exemplo, pode-se citar: DAVIDA - Prostituição, Direitos Civis, Saúde (RJ), NEP - Núcleo de Estudos da Prostituição (RS), SOSA – Serviço de Orientação e Solidariedade à AIDS (RS), Grupo Vhiver (MG) e Grupo Solidariedade (MG). A FLD também apoiou mobilizações, como o XI Encontro Nacional de Ong AIDS, promovido pelo Fórum das ONG/AIDS do Estado de São Paulo.

A FLD faz questão de dar destaque a esta temática em seu site (www.fld.com.br) e em breve disponibilizará materiais diversos (textos, publicações, vídeos...), a fim de difundir informações, subsidiar discussões e fomentar redes de solidariedade.


Eventos realizados no RS no Dia Mundial de Combate a AIDS/ 2009:


A Coordenação do Programa DST/Aids no RS atua durante todo o ano, desde 1998, com o apoio de diversas parcerias para fortalecer as ações, especialmente na capital, Porto Alegre.
No Dia Mundial de Luta contra a AIDS as ações são intensificadas, com grande participação de diferentes atores, que concentram suas energias no sentido de incrementar as ações de prevenção contra a doença, de redução do preconceito, além de incentivar e reforçar a adesão ao tratamento.
Participaram de ações no 1º. de Dezembro de 2009, no RS, Equipes das Secretarias Municipais de Saúde, Assistência Social, Cidadania, Igrejas, Pastoral da Aids, organizações da sociedade civil, dentre outras instituições, de diversos municípios do estado, que realizaram as mais variadas atividades de prevenção junto às comunidades: orientações e realização de exames de HIV, com entrega de material informativo, distribuição de preservativos, passeatas, palestras informativas e formativas para diversos públicos; dentre outros eventos e atividades.


Juliana Mazurana, Assessora de Projetos da FLD
www.fld.com.br

COLOMBIA - 1º DE DICIEMBRE EN BUCARAMANGA

En la Plaza 'Luis Carlos Galán' se conmemoró por medio de actividades lúdicas y educativas el Día Mundial de la Lucha contra el Sida:

http://www.vanguardia.com/multimedia/videos?task=videodirectlink&id=1366

EMAS - MÉXICO 1º DE DICIEMBRE


1 DE DICIEMBRE LUCHA CONTRA EL VIH/SIDA

TEMAZCALLI CON EL PROPOSITO DE REFELXIONAR ACERCA DE LA PREVENCIÓN Y SANACIÓN DE IMPLICANCIAS DEL VIH/SIDA Y LAS MUJERES INDIGENAS

La actividad que realizó EMAS A.C. estuvo vinculada a un taller con mujeres indígenas fue un temazcalli con la intención de reflexionar sobre lo que implica este daño a la salud con mujeres indígenas y recuperar las formas de sanación ancestral como una propuesta de recuperación.

Se llevó a cabo el 1 de diciembre en la ciudad de Pátzcuaro a las 12:00 con un grupo de 9 mujeres que forman parte del equipo operativo de la Casa de la Mujer “Juchari Kumanchikua”, 3 compañeras de EMAS A.C. como asesoras y acompañantes de este proceso organizativo y de capacitación en Derechos Sexuales y Reproductivos, Violencia contra las mujeres y Terapias Alternativas y Chepa Chamana p´urhépecha y Lucero corredora de Temazcalli.
“El temazcalli es un baño de vapor que se realiza en construcciones naturales que representan el vientre de la Madre Tierra. Su propósito: la confrontación de Tezcatlipoca, es decir de nuestras partes obscuras para que el espíritu pueda renacer más libre de como entró. Su nombre proviene de la lengua náhuatl y significa "casa de vapor" (Temaz - vapor, calli - casa ). Esto porque el baño se realiza dentro de unas casetas en forma de cúpula de pequeña dimensión, actualmente llamadas "Toritos", construidas con mantas o pieles sobre varas, en las cuales se introducen piedras porosas previamente calentadas al rojo vivo, sobre las que se vierte una infusión de plantas medicinales. El vapor es manejado y dirigido por un guía temazcalero/a, o chamana, con un ramo frondoso de plantas frescas que abanica, mientras va aplicando masajes, hidroterapia, aromaterapia, cantos, visualizaciones y ejercicios de meditación”. 1
Durante este baño se trabajan cuatro puertas la primera lo físico, la segunda lo psicológico, la tercera lo mental y la cuarta lo espiritual.
Antes de entrar al temazcalli se realizó una ceremonia para pedir permiso a los4 vientos, por que era la primera vez que se usaba el temazcalli. Así que las mujeres fuimos madrinas y Chepa la chamana sembró un nuevo espacio de sanación.
El temazcalli fue dedicado a las mujeres indígenas que viven con VIH/SIDA, y a la prevención de este. La chamana dio la bienvenida y nos explico el sentido de estar en este día en ese proceso de sanación en la primera puerta trabajo para la parte física ella pidió que sintiéramos nuestros dolores y que ubicar como estaba nuestro el sistema inmunológico y ella hizo diferentes reflexiones acerca de las implicancias de la pandemia siempre ligadas a las condiciones de nosotras las mujeres, y rescatando la importancia de la prevención como un hecho de incidencia en las vidas, en los cuerpos de las personas.
En la segunda puerta se trabajó con las emociones atoradas en el cuerpo de las mujeres participantes y las implicancias del VIH/SIDA vinculado a la muerte de las mujeres que llegan a morir y el miedo que da contraer este daño a la salud sin saber si vamos a contar con servicios médicos adecuados que atiendan este daño a la salud. Cada una fue diciendo sus emociones que estaba trabajando y Lucero corredora de temazcalli que apoyaba a la chamana dijo 2 frases en positivo para repetir para llenar a ala tierra de bienestar a las mujeres indígenas con VIH/SIDA y para la prevención de las que estábamos además de retomar las emociones que se trabajaban
La tercera puerta de la de la mente se trabajo con cantos al venadito, a la tierra se trabajo que hay en la mente de las mujeres cuando se contrae una infección de transmisión sexual sin saber o por la falta de prevención, se recordó como nuestras abuelas se acercaban a la tierra para sanarse vinculándose a ellas con sus faldas para que la energía de la tierra las sanará.
Cuarta puerta la del espíritu. Aquí se convocó al espíritu sanador de los/as p´urhépechas a sanarnos a tratar de estar en armonía con el cuerpo, la mente y fue un momento especial cuando la chamana vertió el agua sanadora sobre las piedras y con el vapor intento sanar a de su mente, cuerpo y alma a todas mujeres que lo padecen y convocar a las que no a prevenirlo a pedir ayuda nuestra madre tierra y a nuestra cosmovisión de nuestra existencia, a pedir la guía de nuestras abuelas y abuelos.
Finalmente se paso vino para compartir con todas las presentes esta ceremonia. Y se agradeció a la Chamana su tiempo, se felicitó a las mujeres por estar haciendo esta oración para todas las mujeres indígenas.
Se logro un espacio de reflexión con mujeres indígenas para convocar al cosmos y hacer la reflexión de la sanación y prevención de este daño a la salud; acerca de lo que estamos haciendo en colaboración con la lucha contra el VIH/SIDA, la sensibilización e importancia de las acciones que podemos ir implementando.

V Foro Latinoamericano y del Caribe en VIH/Sida e ITS


Impresiones con respecto al Foro 2009
Cristina Câmara

Estuve en Lima para el “V Foro Latinoamericano y del Caribe en VIH/Sida e ITS”, el Foro 2009, que tuvo lugar entre el 21 y el 23 de noviembre del corriente año. Mi participación resultó del trabajo realizado el año pasado para la oficina de la Cooperación Técnica Alemana (GTZ) y el Centro Internacional de Cooperación Técnica en VIH/Sida (CICT), presentado en el Seminario de monitoreo y evaluación organizado por Gapa-Bahia en agosto de este año y que ahora Uds. pueden tener acceso a través de la publicación online: “VIH-Sida en América Latina desde la perspectiva social” - http://www.cristinacamara.com.br/amlatina.pdf

Con respecto al Foro 2009, los eventos en paralelo me parecen haber tenido una mayor expresión que aquellos previstos en la programación. Además, la organización de la estructura del evento no ha sido muy buena y algunas veces no fue posible llegar a tiempo para las presentaciones debido al hecho de que las salas no siempre correspondían con aquellas descriptas en el programa. Del mismo modo, participé de algunas mesas redondas que no estaban descriptas en el mismo. Sin embargo, las charlas con los colegas ayudaban a la identificación de los sitios de debates.

Un primer punto que me gustaría destacar fue la realización del "1er Encuentro Latinoamericano y del Caribe de Adolescentes Frente al VIH", anteriormente al Foro 2009. En este Encuentro participaron aproximadamente 90 personas entre adolescentes y sus respectivos padres o cuidadores legales, provenientes de 11 países de la región: Argentina, Bolivia, Brasil, Colombia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, México, Perú, República Dominicana y Uruguay. Un joven representante de ellos habló en la apertura del evento y registró sus demandas: acceso con calidad (libre y gratuito) a la salud, medicamentos que permitan la continuidad y la adherencia al tratamiento, educación sexual, así como la reducción del estigma y la discriminación y mayor protección debido a la situación de vulnerabilidad en que se encuentran. Las y los adolescentes hablaron sobre sus derechos, intercambiaron experiencias y formularon propuestas visando las estrategias nacionales para enfrentar el VIH/Sida. También hablaron sobre el derecho a la confidencialidad, que los niños con VIH puedan permanecer al lado de sus padres y que los huérfanos reciban protección y cuidados adecuados.

Aún en la apertura del evento, también es importante registrar la manifestación de los activistas que demandaron del gobierno peruano que no apelara a la decisión del Décimo Sexto Juzgado Especializado Civil de Lima, que declaró fundada la demanda presentada por Carmen Guevara, madre de un niño que en el 2004 adquirió el VIH en una transfusión de sangre. Ya a la llegada al Parque de las Aguas se veía a la policía intentar impedir la manifestación, pero las voces se hicieron oír durante las presentaciones culturales y la participación de las autoridades en la apertura hasta que la señora Guevara pudiera pronunciarse. El resultado fue que en la primera semana de diciembre los periódicos informaron que el gobierno peruano anunció el valor más alto que se ha pagado en el país, 800 mil soles (alrededor de 286 mil dolares), como indemnización por el contagio del VIH en hospitales públicos. Aunque el Ministro de Salud haya registrado la atención del gobierno peruano con respecto al tema del VIH/Sida, es evidente que la presión social y la fecha del 1º. de diciembre llevaron a tal decisión.

Las plenarias del Foro 2009 no ofrecieron novedades para quienes siguen el tema del VIH/Sida. Los espacios de debates fueron las mesas temáticas y los comentarios más animados destacaban los temas de los derechos humanos, la gestión y la respuesta social y la pertinencía del trabajo en red. Este último tal vez haya sido el más comentado entre los stands donde transitaban los participantes. Hablando de esto, en este sitio la visibilidad de las transgéneros y de las prostitutas fue la más expresiva, desde la divulgación de videos hasta su forma particular de atraer al público con su visual.

Para aquellos que estén interesados, las conclusiones finales del “V Foro Latinoamericano y del Caribe en VIH/Sida e ITS” y del “IV Foro Comunitario Latinoamericano y del Caribe en VIH/Sida e ITS” están disponibles en el siguiente enlace: http://www.forovih2009.org.pe/espanol/Default.asp